Módulo:
Transtornos Globais do Desenvolvimento - TGD
Cursista: Amiraldo Silva dos Santos
Turma: T29a
Data: 21/05/2014
Cursista: Amiraldo Silva dos Santos
Turma: T29a
Data: 21/05/2014
Recursos e
estratégias para apoiar o aluno com TGD
A primeira ideia que temos sobre comunicação é que
ela ocorre através da palavra e/ou da fala. Ledo engano, ela pode acontecer da
melhor maneira que convir, contudo, com único propósito: a comunicabilidade.
Segundo Schirmer (2007, p. 75),
Para que haja comunicação é importante que não se
perca de vista de que é preciso ter algo a comunicar; alguém com quem
estabelecer trocas; meios de expressar-se; razão e expectativas na comunicação
e oportunidades de manter relacionamentos com outras pessoas.
Por conseguinte,
propomos uma atividade de comunicação alternativa que venha contribuir para o
desenvolvimento das habilidades e potencialidades de crianças com TGD:
Ø PASTAS E FICHÁRIOS
O professor
do AEE e/ou da sala comum podem confeccionar junto com o aluno pastas e/ou
fichários de variados tamanhos e adaptados às características físicas e/ou
motoras dos usuários.
Estas pastas e/ou fichários podem ser destinadas as
crianças com TEA, a partir dos 6 anos de idade. Sua utilização dependerá muito
do tipo de conteúdo que o professor queira trabalhar (interdisciplinar),
podendo vir a confeccionar materiais que possam ser trabalhadas nas salas
ambientes da escola (sala de leitura, AEE, Biblioteca, laboratório de Informática)
e na própria sala de aula comum.
A confecção das pastas e/ou fichários dependerá
muito da criatividade do professor na tentativa de estimular a comunicação e
diminuir as barreiras que a impedem.
Orientar e envolver os parceiros de comunicação
(pais, cuidadores, professores, colegas etc.) para que saibam utilizar e
aproveitem o recurso de comunicação em todos os momentos possíveis, é um outro
ponto fundamental na introdução da CAA. Eles devem estar atentos às respostas
do usuário, saber aguardar sem antecipar ou adivinhar o que o aluno quer
comunicar, devem também devolver perguntas objetivas e buscar a confirmação do
usuário. Os parceiros são importantes na percepção e na informação sobre a
necessidade de introdução de novos vocabulários, devendo observar as mudanças
de rotina e informar a quem é responsável pela produção dos recursos de comunicação,
sobre as novas experiências e exigências comunicativas do usuário. (SCHIRMER, 2007,
p. 75-76)
Nesse contexto, o professor do AEE poderá realizar intervenções
para efetivar o desenvolvimento do aluno, com esta ou outra atividade
propositiva, como personalizar as pastas e/ou fichários com folhas coloridas;
nomeá-las de acordo com a temática trabalhada; adaptá-las de acordo com a
realidade.
REFERÊNCIA:
SCHIRMER, C. R. et al. Quando iniciar com a CAA (Comunicação Aumentativa e Alternativa) In: AEE e Deficiência Física. São Paulo:
MEC/SEESP, 2007. P. 74-80. Disponível em http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_df.pdf.
Acesso em 19/05/2014.


Olá colega,
ResponderExcluirSua sugestão de atividade de comunicação alternativa para o aluno com TEA (TGD), foi muito boa, pois é comparada ao Portfólio de Atividades, onde no mesmo, o professor organiza as atividades do educando e acompanha seu desenvolvimento, favorecendo também ao aluno uma alternativa de comunicação.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEstá atividade é muito boa, pois podemos estimular de uma forma prazerosa a linguagem dos alunos com TGD.
ResponderExcluirConcordo com voce colega, atraves dessa atividade, o professor do AEE poderá realizar intervenções para efetivar o desenvolvimento do aluno, como personalizar as pastas e/ou fichários com folhas coloridas; nomeá-las de acordo com a temática trabalhada; adaptá-las de acordo com a realidade do aluno.
ResponderExcluirOla Amiraldo!, suas atividades estão adequadas as crianças com TEA, os fichários de trabalhados de maneira adequadas são excelentes recursos e podem ser confeccionados com materiais acessíveis e até mesmo construído com a ajuda dos próprios aluno, o que já favorece boa interação.
ResponderExcluirParabéns Amiraldo, realmente os fichários são ótimos aliados na intervenção não só na escola, como também no contexto familiar e social do nosso aluno, o que viabiliza uma melhor qualidade de vida e a promoção do desenvolvimento da criança, assim, sua inclusão é realizada de fato, diminuindo as dificuldades de aprendizagem pelos métodos tradicionais que nos deparamos em nossa triste realidade.
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