quarta-feira, 13 de novembro de 2013

DESCRIÇÃO & AUDIODESCRIÇÃO

Módulo: Deficiência Física - DF
Cursista: Amiraldo Silva dos Santos
Turma: T29a                  
Data: 13/11/13

Atividade 3: Descrição e Audiodescrição

Podemos entender a audiodescrição como

[...] um recurso de acessibilidade que amplia o entendimento das pessoas com deficiência visual em eventos culturais, gravados ou ao vivo, como: peças de teatro, programas de TV, exposições, mostras, musicais, óperas, desfiles e espetáculos de dança; eventos turísticos, esportivos, pedagógicos e científicos tais como aulas, seminários, congressos, palestras, feiras e outros, por meio de informação sonora. É uma atividade de mediação linguística, uma modalidade de tradução intersemiótica, que transforma o visual em verbal, abrindo possibilidades maiores de acesso à cultura e à informação, contribuindo para a inclusão cultural, social e escolar. Além das pessoas com deficiência visual, a audiodescrição amplia também o entendimento de pessoas com deficiência intelectual, idosos e disléxicos. (MOTTA & FILLHO, 2010, p. 7)

Partindo desse pressuposto, pesquisei entre vários sites e selecionei o livro “A Varinha Mágica” cujo uso pedagógico pode variar de acordo com as necessidades dos nossos alunos. Há possibilidades de trabalharmos o imaginário destes alunos, a partir do vídeo audiodescrito, podendo trabalhar também a linguagem oral, através da interpretação entre outros. O vídeo pode ser encontrado no site: www.filmesquevoam.com.br
Convido meus caros colegas a acessarem a site indicado e a prestigiarem esse incrível vídeo que tanto me entusiasmou.

REFERÊNCIA:

MOTTA, Lívia Maria Villela de Mello; FILHO, Paulo Romeu (Org.). Audiodescrição: transformando imagens em palavras. São Paulo: Secretaria do Estado dos Direitos das Pessoas com Deficiência, 2010. Disponível na opção LIVROS do site: www.vercompalavras.com.br. Acesso em 01/11/2013).

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Atividade/jogo que favorece o aprendizado do aluno com DI

Módulo: Deficiência Física - DF
Cursista: Amiraldo Silva dos Santos
Turma: T29a                  
Data: 17/10/13

Atividade/jogo que favorece o aprendizado do aluno com DI
Segundo Falconi e Silva (2013), “[...], o aluno com deficiência intelectual aprende significativamente quando estabelece conexões do novo conteúdo com conceitos já conhecidos [...]”. Nesse sentido, é preciso que o professor (tanto do AEE quanto do ensino regular) tenha conhecimentos suficientes para proporcionar e/ou fazer essa interação na tentativa de possibilitar melhor desenvolvimento da aprendizagem.
Partindo desse pressuposto, proponho o jogo denominado Quebra-palavras com intuito de favorecer o aprendizado do aluno com DI.

                                                   QUEBRA-PALAVRAS             

                      Nylse Helena Silva Cunha: Criar para brincar

Estimula: interesse por letras e palavras, composição de figuras e palavras, reconhecimento de letras, ordenação das letras na palavra.
Descrição: pedaços de papel cartão ou EVA com 15cm de altura e comprimento de acordo com a extensão da palavra, nas quais são desenhadas (ou coladas) figuras e, abaixo das mesmas, a palavra correspondente, em letra de forma. As cartelas deverão ser cortadas em tiras verticais de forma que a cada letra corresponda um pedaço da figura.
Nesse jogo o professor do AEE pode problematizar de várias formas de acordo com nível de aprendizado dos alunos com DI, cabendo-lhe, também fazer de maneira interdisciplinar, favorecendo, assim, o desenvolvimento da aprendizagem destes alunos.
Ter consciência de que a criança com deficiência intelectual é um todo integrado, é condição básica para o êxito do seu desenvolvimento com atividades lúdicas e/ou jogos. E o professor que assume uma postura metodológica pautada no lúdico deverá organizar o seu trabalho de forma a estimular ao máximo o desenvolvimento das habilidades e potencialidades do seu aluno, estando sempre ao seu lado, participando, mediando e orientando-o nessas atividades lúdicas.

REFERÊNCIA:

FALCONI, Eliane Regina Moreno; SILVA, Natalie Aparecida Sturaro. Estratégias de trabalho para alunos com Deficiência Intelectual – AEE. Disponível em: inclusaoaee.wordpress.com/…/deficiencia-intelectual. Acesso em 20 Ago 2013.

MAFRA, Sônia Regina Corrêa. O Lúdico e o Desenvolvimento da Criança Deficiente Intelectual. Disponível em: www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/…pde/arquivos/2444... Acesso em 06 Out 2013

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

TECNOLOGIA ASSISTIVA


Módulo: Deficiência Física - DF
Cursista: Amiraldo Silva dos Santos
Turma: T29a                  
Data: 06/09/13

Tecnologia Assistiva

Segundo Bersch (2013), “[...] o serviço de tecnologia assistiva na escola tem por objetivo prover e orientar a utilização de recursos e/ou práticas que ampliem habilidades dos alunos com deficiência, [...]. Nesse contexto, é preciso que o professor (tanto do AEE quanto do ensino regular) tenha conhecimento suficiente para buscar alternativas para que o aluno com deficiência física possa participar das atividades em que envolva recorte. Cabe notar, que inclusão social é utilizar uma gama infinita de ajudas técnicas para compensar ou substituir funções quando estas não são suficientes para resgatar a função em sua totalidade.
Assim, a autora nos assevera que,

Tecnologia assistiva é, pois a aplicação de conhecimentos a serviço da resolução de problemas funcionais encontrados por pessoas com deficiência. A tecnologia assistiva se propõe a romper as barreiras externas que impedem a atuação e participação das pessoas com deficiência em atividades e espaços de seu interesse e necessidade.


Nesse sentido, é imprescindível que o professor se proponha a tornar sua prática educativa inclusiva de fato e de direito, principalmente quando ele busca alcançar os objetivos que se propõe na elaboração do plano.
Para que o professor (do AEE ou do ensino regular) possa desenvolver atividades de recorte é preciso que seu aluno deficiente (físico) tenha movimento de coordenação correto, pois as atividades de recortar irão proporcionar habilidades para o uso do lápis, da caneta, do pincel, e outros, uma vez que os mesmos músculos que usamos para cortar usamos para escrever.
Portanto, usar uma tesoura adaptada como recurso de tecnologia assistiva, estamos possibilitando a inclusão do aluno deficiente no processo de aprendizagem.

Tesoura Adaptada  Tesoura Adaptada
       Descrição da imagem: As tesouras adaptadas são para pessoas com dificuldades de preensão de tesoura, dificuldade de graduação de força, com problemas de coordenação motora e lateralidade, facilitando o recorte. Tesoura sem ponta, adaptada com mola com formato em arco revestido com cabo plástico. .
Habilidades: para o manuseio dessa tesoura é de suma importância que aluno com deficiência desenvolva sua coordenação para que possa afetar seu desempenho em vários momentos de sua vida e principalmente na escola.
Finalidade: Proporcionar facilidade no movimento de abrir da tesoura, assim o usuário necessita apenas realizar uma pressão para fechar a tesoura.

Além do recorte, o uso da tesoura adaptada, pode melhorar a coordenação motora do aluno (na pintura, na escrita, etc.).


REFERÊNCIA:
BERSCH, Rita. Tecnologia Assistiva: Recursos e Serviços que promovem a Inclusão Escolar. Disponível em: aee2010.ufc.br/aee/cursos/aplic/index.php?cod_curso=209. Acesso em 20 Ago 2013.

sábado, 3 de agosto de 2013

Cursista: Amiraldo Silva dos Santos
Turma: T29a                  
Data: 03/08/13
Atividade: Conclusões sobre o AEE
O Atendimento Educacional Especializado – AEE é uma das inovações trazidas pela Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008), cujo objetivo "[...] identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade, que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas" (SEESP/MEC, 2008). Nesse contexto, a principal função do professor do AEE na escola é fazer com que esse objetivo seja alcançado de alguma maneira, uma vez que, é amparado por leis e decretos.
Diante desse novo processo de escolarização que complementa e/ou suplementa a formação do aluno, visando a sua autonomia na escola e fora dela, é necessário que a escola proporcione um espaço físico para que o aluno desenvolva suas habilidades e potencialidades, transformando-a em um ambiente educacional inclusivo. Esse espaço físico denominado Sala de Recursos Multifuncionais – SRM deve ser parte integrante do projeto político pedagógico da escola.
Para que o professor do AEE desenvolva um bom trabalho na SRM é necessário que ele faça um estudo de caso (dos alunos atendidos) para identificar os diversos aspectos relacionados ao desenvolvimento da aprendizagem que pode ou não explicar a natureza do problema e/ou causa de sua deficiência. Isso consiste em ouvir os agentes principais como a família, a escola e o professor, com a finalidade de identificar os aspectos das dificuldades ou potencialidades manifestadas pelo aluno. A partir de então, planejar ações para promover o desenvolvimento intelectual e/ou psicomotor dos alunos atendidos no AEE.
Vale ressaltar, que ao elaborar um estudo de caso o professor realiza quatro etapas e, de posse de todas as informações, elabora um plano de AEE com intuito de fazer e desenvolver uma educação especial e inclusiva de qualidade, garantindo aos alunos atendidos acesso ao ambiente escolar e conhecimentos escolares sem resquícios de discriminação e de forma igualitária.

REFERÊNCIA:

ROPOLI, Edilene Aparecida [et.al.]. A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: A Escola Comum Inclusiva. Brasília: Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, 2010.

quinta-feira, 23 de maio de 2013


Reflexão:
                              DEFICIÊNCIAS 
                                                                                  (Mário Quintana)

“Deficiente” é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

“Louco” é quem não procura ser feliz com o que possui.

“Cego” é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

“Surdo” é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

“Mudo” é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

“Paralítico” é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

“Diabético” é quem não consegue ser doce.

“Anão” é quem não sabe deixar o amor crescer.

E, finalmente, a pior das Deficiências é ser miserável, pois:
“Miseráveis” são todos aqueles que não conseguem enxergar a grandeza de Deus.

“A AMIZADE é um AMOR que nunca morre!”

terça-feira, 21 de maio de 2013


ATENDIMENTO  EDUCACIONAL  ESPECIALIZADO: 
EDUCAÇÃO  A  DISTÂNCIA


Cursista: Amiraldo Silva dos Santos
Município: Macapá
Data: 10 de maio de 2013

Comentando os vídeos sobre tecnologias

Ao assistir aos vídeos Rafinha 2.0 e Web 2.0 percebi quão importante os avanços tecnológicos estão facilitando cada vez mais o cotidiano das pessoas.
No primeiro, retrata a vida de um jovem de 16 anos, chamado Rafinha, que nasceu imerso às tecnologias e, possui produtos eletroeletrônicos de última geração, como computador, ipod, tablete, etc. De acordo com o vídeo, a globalização tecnológica tornou a informação mais fácil, rápida e atrativa, pois uma vez conectado o conhecimento é instantâneo. Já o segundo, apresenta diversos meios tecnológicos importantes na dinamização e inovação de nossa prática educativa. Por conseguinte, se faz necessário que professores e professoras tenha formação continuada e/ou acompanhe os avanços tecnológicos para melhor desenvolver sua ação educativa na sala de aula, tornando sua aula mais dinâmica, participativa e produtiva.
Nesse contexto, seja por meio de celular, computador, TV, vídeo, as diferentes tecnologias já fazem parte do dia a dia de alunos bem como de professores de qualquer escola. Contudo, fazer com que essas ferramentas de fato auxiliem o ensino e a produção de conhecimento em sala de aula não é tarefa fácil, mas é importante que busquemos na formação continuada uma forma de não sermos engolidos pelo mundo digital.

ATENDIMENTO  EDUCACIONAL  ESPECIALIZADO: 
EDUCAÇÃO  A  DISTÂNCIA


Cursista: Amiraldo Silva dos Santos
Município: Macapá
Data: 11 de maio de 2013

Sala de Recursos Multifuncionais: espaço para atendimento educacional especializado

Na perspectiva, de tornar o ambiente de aprendizagem flexível e dinâmico a Secretaria de Educação Especial/MEC, numa ação compartilhada com os estados e municípios, desenvolve o Programa Educação Inclusiva que tem entre seus objetivos o de apoiar a implantação de salas de recursos multifuncionais para favorecer o processo de inclusão educacional na rede pública de ensino.
Vale notar, que para melhor desenvolver o currículo e possibilitar um aprendizado eficaz é importante que os professores que atuam no atendimento educacional especializado (AEE), se conscientize dos direitos dos alunos quanto as suas necessidades educacionais especiais para que sejam respeitadas e valorizadas suas diferenças quer seja na sala de recursos multifuncionais quer seja na sala de ensino regular, bem como em todo ambiente intra e extraescolar.
Convido a todos a acessarem o site e baixar o arquivo e fazer a leitura da obra que é muito importante para nossa formação nesse curso.


REFERÊNCIA:
ALVES, Denise de Oliveira. Sala de recursos multifuncionais: espaços para atendimento educacional especializado. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2006. Disponível em: pt.scribd.com/doc/52525730/SALA-DE-RECURSOS-MULTIFUNCIONAIS.‎ Acesso em 09 mai 2013.