quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Atividade/jogo que favorece o aprendizado do aluno com DI

Módulo: Deficiência Física - DF
Cursista: Amiraldo Silva dos Santos
Turma: T29a                  
Data: 17/10/13

Atividade/jogo que favorece o aprendizado do aluno com DI
Segundo Falconi e Silva (2013), “[...], o aluno com deficiência intelectual aprende significativamente quando estabelece conexões do novo conteúdo com conceitos já conhecidos [...]”. Nesse sentido, é preciso que o professor (tanto do AEE quanto do ensino regular) tenha conhecimentos suficientes para proporcionar e/ou fazer essa interação na tentativa de possibilitar melhor desenvolvimento da aprendizagem.
Partindo desse pressuposto, proponho o jogo denominado Quebra-palavras com intuito de favorecer o aprendizado do aluno com DI.

                                                   QUEBRA-PALAVRAS             

                      Nylse Helena Silva Cunha: Criar para brincar

Estimula: interesse por letras e palavras, composição de figuras e palavras, reconhecimento de letras, ordenação das letras na palavra.
Descrição: pedaços de papel cartão ou EVA com 15cm de altura e comprimento de acordo com a extensão da palavra, nas quais são desenhadas (ou coladas) figuras e, abaixo das mesmas, a palavra correspondente, em letra de forma. As cartelas deverão ser cortadas em tiras verticais de forma que a cada letra corresponda um pedaço da figura.
Nesse jogo o professor do AEE pode problematizar de várias formas de acordo com nível de aprendizado dos alunos com DI, cabendo-lhe, também fazer de maneira interdisciplinar, favorecendo, assim, o desenvolvimento da aprendizagem destes alunos.
Ter consciência de que a criança com deficiência intelectual é um todo integrado, é condição básica para o êxito do seu desenvolvimento com atividades lúdicas e/ou jogos. E o professor que assume uma postura metodológica pautada no lúdico deverá organizar o seu trabalho de forma a estimular ao máximo o desenvolvimento das habilidades e potencialidades do seu aluno, estando sempre ao seu lado, participando, mediando e orientando-o nessas atividades lúdicas.

REFERÊNCIA:

FALCONI, Eliane Regina Moreno; SILVA, Natalie Aparecida Sturaro. Estratégias de trabalho para alunos com Deficiência Intelectual – AEE. Disponível em: inclusaoaee.wordpress.com/…/deficiencia-intelectual. Acesso em 20 Ago 2013.

MAFRA, Sônia Regina Corrêa. O Lúdico e o Desenvolvimento da Criança Deficiente Intelectual. Disponível em: www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/…pde/arquivos/2444... Acesso em 06 Out 2013

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

TECNOLOGIA ASSISTIVA


Módulo: Deficiência Física - DF
Cursista: Amiraldo Silva dos Santos
Turma: T29a                  
Data: 06/09/13

Tecnologia Assistiva

Segundo Bersch (2013), “[...] o serviço de tecnologia assistiva na escola tem por objetivo prover e orientar a utilização de recursos e/ou práticas que ampliem habilidades dos alunos com deficiência, [...]. Nesse contexto, é preciso que o professor (tanto do AEE quanto do ensino regular) tenha conhecimento suficiente para buscar alternativas para que o aluno com deficiência física possa participar das atividades em que envolva recorte. Cabe notar, que inclusão social é utilizar uma gama infinita de ajudas técnicas para compensar ou substituir funções quando estas não são suficientes para resgatar a função em sua totalidade.
Assim, a autora nos assevera que,

Tecnologia assistiva é, pois a aplicação de conhecimentos a serviço da resolução de problemas funcionais encontrados por pessoas com deficiência. A tecnologia assistiva se propõe a romper as barreiras externas que impedem a atuação e participação das pessoas com deficiência em atividades e espaços de seu interesse e necessidade.


Nesse sentido, é imprescindível que o professor se proponha a tornar sua prática educativa inclusiva de fato e de direito, principalmente quando ele busca alcançar os objetivos que se propõe na elaboração do plano.
Para que o professor (do AEE ou do ensino regular) possa desenvolver atividades de recorte é preciso que seu aluno deficiente (físico) tenha movimento de coordenação correto, pois as atividades de recortar irão proporcionar habilidades para o uso do lápis, da caneta, do pincel, e outros, uma vez que os mesmos músculos que usamos para cortar usamos para escrever.
Portanto, usar uma tesoura adaptada como recurso de tecnologia assistiva, estamos possibilitando a inclusão do aluno deficiente no processo de aprendizagem.

Tesoura Adaptada  Tesoura Adaptada
       Descrição da imagem: As tesouras adaptadas são para pessoas com dificuldades de preensão de tesoura, dificuldade de graduação de força, com problemas de coordenação motora e lateralidade, facilitando o recorte. Tesoura sem ponta, adaptada com mola com formato em arco revestido com cabo plástico. .
Habilidades: para o manuseio dessa tesoura é de suma importância que aluno com deficiência desenvolva sua coordenação para que possa afetar seu desempenho em vários momentos de sua vida e principalmente na escola.
Finalidade: Proporcionar facilidade no movimento de abrir da tesoura, assim o usuário necessita apenas realizar uma pressão para fechar a tesoura.

Além do recorte, o uso da tesoura adaptada, pode melhorar a coordenação motora do aluno (na pintura, na escrita, etc.).


REFERÊNCIA:
BERSCH, Rita. Tecnologia Assistiva: Recursos e Serviços que promovem a Inclusão Escolar. Disponível em: aee2010.ufc.br/aee/cursos/aplic/index.php?cod_curso=209. Acesso em 20 Ago 2013.

sábado, 3 de agosto de 2013

Cursista: Amiraldo Silva dos Santos
Turma: T29a                  
Data: 03/08/13
Atividade: Conclusões sobre o AEE
O Atendimento Educacional Especializado – AEE é uma das inovações trazidas pela Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008), cujo objetivo "[...] identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade, que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas" (SEESP/MEC, 2008). Nesse contexto, a principal função do professor do AEE na escola é fazer com que esse objetivo seja alcançado de alguma maneira, uma vez que, é amparado por leis e decretos.
Diante desse novo processo de escolarização que complementa e/ou suplementa a formação do aluno, visando a sua autonomia na escola e fora dela, é necessário que a escola proporcione um espaço físico para que o aluno desenvolva suas habilidades e potencialidades, transformando-a em um ambiente educacional inclusivo. Esse espaço físico denominado Sala de Recursos Multifuncionais – SRM deve ser parte integrante do projeto político pedagógico da escola.
Para que o professor do AEE desenvolva um bom trabalho na SRM é necessário que ele faça um estudo de caso (dos alunos atendidos) para identificar os diversos aspectos relacionados ao desenvolvimento da aprendizagem que pode ou não explicar a natureza do problema e/ou causa de sua deficiência. Isso consiste em ouvir os agentes principais como a família, a escola e o professor, com a finalidade de identificar os aspectos das dificuldades ou potencialidades manifestadas pelo aluno. A partir de então, planejar ações para promover o desenvolvimento intelectual e/ou psicomotor dos alunos atendidos no AEE.
Vale ressaltar, que ao elaborar um estudo de caso o professor realiza quatro etapas e, de posse de todas as informações, elabora um plano de AEE com intuito de fazer e desenvolver uma educação especial e inclusiva de qualidade, garantindo aos alunos atendidos acesso ao ambiente escolar e conhecimentos escolares sem resquícios de discriminação e de forma igualitária.

REFERÊNCIA:

ROPOLI, Edilene Aparecida [et.al.]. A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: A Escola Comum Inclusiva. Brasília: Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, 2010.

quinta-feira, 23 de maio de 2013


Reflexão:
                              DEFICIÊNCIAS 
                                                                                  (Mário Quintana)

“Deficiente” é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

“Louco” é quem não procura ser feliz com o que possui.

“Cego” é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

“Surdo” é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

“Mudo” é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

“Paralítico” é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

“Diabético” é quem não consegue ser doce.

“Anão” é quem não sabe deixar o amor crescer.

E, finalmente, a pior das Deficiências é ser miserável, pois:
“Miseráveis” são todos aqueles que não conseguem enxergar a grandeza de Deus.

“A AMIZADE é um AMOR que nunca morre!”

terça-feira, 21 de maio de 2013


ATENDIMENTO  EDUCACIONAL  ESPECIALIZADO: 
EDUCAÇÃO  A  DISTÂNCIA


Cursista: Amiraldo Silva dos Santos
Município: Macapá
Data: 10 de maio de 2013

Comentando os vídeos sobre tecnologias

Ao assistir aos vídeos Rafinha 2.0 e Web 2.0 percebi quão importante os avanços tecnológicos estão facilitando cada vez mais o cotidiano das pessoas.
No primeiro, retrata a vida de um jovem de 16 anos, chamado Rafinha, que nasceu imerso às tecnologias e, possui produtos eletroeletrônicos de última geração, como computador, ipod, tablete, etc. De acordo com o vídeo, a globalização tecnológica tornou a informação mais fácil, rápida e atrativa, pois uma vez conectado o conhecimento é instantâneo. Já o segundo, apresenta diversos meios tecnológicos importantes na dinamização e inovação de nossa prática educativa. Por conseguinte, se faz necessário que professores e professoras tenha formação continuada e/ou acompanhe os avanços tecnológicos para melhor desenvolver sua ação educativa na sala de aula, tornando sua aula mais dinâmica, participativa e produtiva.
Nesse contexto, seja por meio de celular, computador, TV, vídeo, as diferentes tecnologias já fazem parte do dia a dia de alunos bem como de professores de qualquer escola. Contudo, fazer com que essas ferramentas de fato auxiliem o ensino e a produção de conhecimento em sala de aula não é tarefa fácil, mas é importante que busquemos na formação continuada uma forma de não sermos engolidos pelo mundo digital.

ATENDIMENTO  EDUCACIONAL  ESPECIALIZADO: 
EDUCAÇÃO  A  DISTÂNCIA


Cursista: Amiraldo Silva dos Santos
Município: Macapá
Data: 11 de maio de 2013

Sala de Recursos Multifuncionais: espaço para atendimento educacional especializado

Na perspectiva, de tornar o ambiente de aprendizagem flexível e dinâmico a Secretaria de Educação Especial/MEC, numa ação compartilhada com os estados e municípios, desenvolve o Programa Educação Inclusiva que tem entre seus objetivos o de apoiar a implantação de salas de recursos multifuncionais para favorecer o processo de inclusão educacional na rede pública de ensino.
Vale notar, que para melhor desenvolver o currículo e possibilitar um aprendizado eficaz é importante que os professores que atuam no atendimento educacional especializado (AEE), se conscientize dos direitos dos alunos quanto as suas necessidades educacionais especiais para que sejam respeitadas e valorizadas suas diferenças quer seja na sala de recursos multifuncionais quer seja na sala de ensino regular, bem como em todo ambiente intra e extraescolar.
Convido a todos a acessarem o site e baixar o arquivo e fazer a leitura da obra que é muito importante para nossa formação nesse curso.


REFERÊNCIA:
ALVES, Denise de Oliveira. Sala de recursos multifuncionais: espaços para atendimento educacional especializado. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2006. Disponível em: pt.scribd.com/doc/52525730/SALA-DE-RECURSOS-MULTIFUNCIONAIS.‎ Acesso em 09 mai 2013.

ATENDIMENTO  EDUCACIONAL  ESPECIALIZADO: 
EDUCAÇÃO  A  DISTÂNCIA


Cursista: Amiraldo Silva dos Santos
Município: Macapá
Data: 26 de abril de 2013

                            Educação a Distância: principais desafios e dificuldades
Atualmente, a educação a distância, assim como a educação on-line, vem se fortalecendo ganhando novos adeptos, uma vez que estes não dispõem, na maioria da vezes, de tempo suficiente para frequentar um curso presencial.
Segundo Moran (2002),

Um bom curso, presencial ou a distância, depende, em primeiro lugar, de termos educadores maduros intelectual e emocionalmente, pessoas curiosas, entusiasmadas, abertas, que saibam motivar e dialogar. Pessoas com as quais valha a pena entrar em contato, porque dele saímos enriquecidos.

Nesse contexto, podemos perceber que educação a distância não acontece de qualquer maneira e/ou com qualquer profissional, como assevera o autor. Existe pesquisa que aponta a educação a distância sendo mais difícil que a presencial. Dentre os fatores preponderantes dessa dificuldade está no fato de não se ter a presença (pessoal) do professor para sanar eventual dúvidas.
Moran (2003), assevera que “um curso por correspondência é a distância e não é on-line. Por outro lado, não podemos confundir a educação on-line só com cursos pela Internet e somente pela Internet no modo texto”. Mas, vale notar que, esse tipo de a educação tem suas facilidades como, por exemplo, a organização do tempo, pois é onde o aluno vai estabelecer o tempo que ele vai disponibilizar para fazer e postar suas atividades.
Cabe ressaltar, que esse não é o primeiro curso a distância que realizo, por conseguinte, sei perfeitamente das dificuldades que enfrentamos, principalmente com nosso sistema de internet precário, além de problemas pessoais que surgem durante o curso, mas se nos esforçarmos e sermos perseverantes com certeza triunfaremos. Trago sempre comigo um pensamento cujo autor não desconheço que fala assim: “QUANDO SE BUSCA O CUME DA MONTANHA NÃO DEVEMOS DAR IMPORTÂNCIA AS PEDRAS DO CAMINHO”. É nesse sentido, que busco superar as dificuldades e poder conseguir concluir/atingir a meta/objetivo ao qual me propus.
Mas, como asserça Moran (2002)

Um bom curso depende muito da possibilidade de uma boa interação entre os seus participantes, do estabelecimento de vínculos, de fomentar ações de intercâmbio. Quanto mais interação, mais horas de atendimento são necessárias. Uma interação efetiva precisa de ter monitores capacitados, com um número equilibrado de alunos. Em educação a distância não se pode só "passar" uma aula pela TV ou disponibilizá-la num site na Internet e dar alguns exercícios.

Nesse contexto, é preciso que o aluno de um curso a distância não se prenda somente ao que está disponibilizado no curso, mas, sobretudo, busque outras fontes com o intuito de desenvolver e aprimorar seus conhecimentos, pois “um bom curso é mais do que conteúdo, é pesquisa, troca, produção conjunta”, assevera Moran (2002).
Portanto, é importante que ao realizarmos um curso a distância estejamos dispostos a enfrentar os desafios e as dificuldades com perseverança, objetivando atingir uma meta que nos propusermos. Manter um vínculo de amizade entre o tutor é uma maneira de pedir ajuda e de nos fortalecer frente aos obstáculos.

REFERÊNCIA:
MORAN, José Manuel. O que é um bom curso a distância? Disponível em http://www.eca.usp.br/prof/moran/bom_curso.htm. Acessado em 21/04/2013.

________. Contribuições para uma Pedagogia da Educação on-line. Disponível em http://www.eca.usp.br/prof/moran/contrib.htm. Acessado em 21/04/2013.